_
Vítor Baía foi titular da baliza da Seleção Nacional durante largos anos e nunca escondeu ter ficado surpreendido ao ser afastado das opções da equipa das quinas como sublinha em entrevista ao 'Expresso'. "Estava na melhor fase da minha carreira quando sou afastado. Nunca consegui perceber. Havia muita contrainformação, havia quem dissesse quer era porque eu era testemunha de António Oliveira num processo e eu nunca fui testemunha dele, outros dizia que eu criava mau ambiente e eu nunca tive um stresse em toda a minha vida com nenhum colega, falou-se se reuniões entre Pinto da Costa, Mourinho e Scolari. Só Scolari saberá", afirmou ao semanário.
A última competição que Vítor Baía fez com a Seleção Nacional foi o Mundial (de má memória) de 2002 - "havia uma excelente relação entre jogadores, mas uma fricção entre a equipa técnica e a diretiva", recordou -, uma competição na qual se falou na presença de ... "alhos atrás das balizas e no balneário". Verdade? "Infelizmente, sim. Fomos surpreendidos também com essas questões. São crenças. Perdemos com os Estados Unidos por 3-2, no primeiro jogo, e eu só via alhos pelo ar. Fiquei incrédulo a ver aquilo, os rapazes todos chateados e alhos a voar. É uma mágoa nossa, tínhamos tudo para ganhar uma grande competição".
Zeega apontou o único golo do encontro
Extremo foi o primeiro a falar aos jornalistas em solo mexicano
Líder da FPF e selecionador receberam Mara Lezama, governadora local, no hotel da equipa das quinas no México
Rodrigo Rodrigues marcou o único golo da partida
Extremo 'explode' nas redes sociais
Departamento clínico do Real Madrid continua sob fogo cerrado após a saga de Mbappé
Antigo treinador de Sporting e Real Madrid tem 77 anos
Obra sobre as epopeias vikings impressa no século XVI
Incidente deu-se no encontro com Quinta dos Lombos a que o ala assistiu. Jogava o seu filho
Técnico decidiu emigrar no regresso e rumou ao Celje