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R - Como vê a introdução do Campeonato de sub-23?
HS – É importante, pois já faz uma ligação com o futebol sénior e os jogadores podem procurar o seu espaço nessas equipas, com perspetivas de conseguirem subir e chegarem à primeira equipa. Mas, também vai depender de como os clubes vão encarar a competição e se os jogadores vão tirar partido disso.
R - É defensor de um aumento das quotas de jogadores formados no clube?
HS – É necessária cautela pois usar termos como ‘não pode ter’ ou ‘tem de ter’ não é benéfico para os clubes, nem para os jogadores. Acho que as quotas podem complicar, porque pode haver clubes que ficam com três ou quatro jogadores só porque tem de ser, mas que depois podem passar o ano sem competir. Os jogadores devem chegar às equipas pela sua competência e não porque tem de ser. É bom que tenham consciência que têm de trabalhar muito para isso.
Por Luís Magalhães