A FIFA assegura que o ato eleitoral marcado para sexta-feira vai realizar-se como previsto, colocando ponto final na especulação que começou a ganhar forma na sequência da detenção de nove altos responsáveis e cinco funcionários, esta quarta-feira, na Suíça, a pedido da justiça norte-americana, que solicitou a sua extradição para que sejam julgados por corrupção.
"Embora o timing possa não ser o ideal, a FIFA vê este processo com bons olhos e irá cooperar com as autoridades. Quero reforçar que, neste caso, a FIFA é a parte lesada, por isso, nunca nos passou pela cabeça adiar o congresso ou a eleição. Uma coisa nada tem que ver com a outra, as eleições irão para a frente como planeado", adiantou Walter de Gregorio, diretor de comunciação da FIFA, destacando o estado de espírito do presidente Joseph Blatter.
"Como é óbvio não anda a dançar no gabinete. Encontra-se calmo e está a acompanhar tudo, sempre disponível para cooperar com as autoridades. Mas não, ele hoje não é um homem feliz, embora saiba que isto é o resultado de algo que foi ele a iniciar", frisou De Gregorio, referindo-se ao processo que começou em 18 de novembro de 2014, com base em suspeitas em torno da atribuição das organizações dos Mundiais 2018 e 2022 a Rússia e Qatar.
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