De acordo com o que avança o 'The Times', esta sexta-feira, pessoas próximas de Donald Trump foram bastante exigentes com a FIFA, a propósito da distinção do presidente dos EUA com o Prémio da Paz. Segundo a publicação, o organismo máximo do futebol recebeu orientações específicas da Casa Branca relativamente à grandeza do galardão.
Os assessores de Donald Trump exigiram que o troféu tivesse pelo menos o mesmo tamanho que aquele que é erguido pela seleção vencedora da competição. O objetivo terá sido trazer maior brilho à distinção, principalmente em comparação com o que é entregue ao vencedor do Prémio Nobel da Paz, que recebe 'apenas' uma medalha. No caso de Trump, foi-lhe atribuído um troféu, uma medalha e ainda um certificado da FIFA.
Recorde-se que o presidente dos Estados Unidos da América foi galardoado com Prémio da Paz da FIFA durante o sorteio do Mundial'2026, que será realizado nos EUA, Canadá e México. A distinção foi criada precisamente este ano com o propósito de ser oferecida a Donald Trump e tem criado muita polémica. Inclusivamente, a organização de defesa dos direitos humanos FairSquare queixou-se à comissão de ética da FIFA do seu presidente Gianni Infantino, acusando-o de violar a "integridade e reputação" do futebol nas suas repetidas ações pró-Trump.
Líder Al Nassr enfrenta esta sexta-feira o lanterna-vermelha Al Najma
Projeto começou como uma brincadeira e tem milhares de seguidores nas redes sociais
Avançado sueco fraturou a fíbula em dezembro
Treinador do PSG falou da importância de ter jogadores versáteis no plantel
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida
Começaram a namorar com 15 anos, em Gondomar, viveram pela primeira vez juntos em Madrid e tiveram três filhos
Gauleses ultrapassam Espanha e Argentina
Internacional bósnio de 40 anos trabalhou com portugueses na Roma