Aleksander Ceferin lamentou esta sexta-feira os castigos aplicados aos jogadores na sequência das sanções aos clubes russos e bielorrussos. O esloveno, presidente da UEFA, assumiu que fica magoado uma vez que esta não é "uma guerra deles", mas que é preciso fazer tudo para "lutar pela paz".
"O meu coração chora por ter de os castigar: não é a guerra deles, não foram eles que a decidiram nem quiseram. Mas temos de lutar pela paz", começou por dizer ao 'Corriere della Sera', antes de abordar o cancelamento do contrato com a Gazprom.
"Economicamente custou muito. Para nós é um grande golpe, mas há pessoas a serem assassinadas. Falo todos os dias com o presidente da federação ucraniana, e cheguei a advertir Dyukov, da federação russa de futebol".
Ceferin voltou a tocar no assunto Superliga, pedindo aos clubes que querem jogar na competição para pararem de jogar nas da UEFA. "Se eles estabelecem que a UEFA é um monopólio, porque é que querem continuar nas nossas [competições]? Querem estar aqui e lá, mas lá não existe. Devem acreditar que a terra é plana também. Devíamos chamar-lhe [à competição] liga terrível em vez de Superliga. Refiro-me a Juventus, Real Madrid e Barcelona", concluiu.
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A entrevista foi moderada por Record mas conduzida pelo médio formado no Sporting