CIES coloca Benfica em 4.º lugar no ranking mundial de valorização dos jogadores contratados

Plantel atual do Benfica valorizou os jogadores contratados em 323 milhões de euros
• Foto: Paulo Calado / Record

O Benfica surge em 4.º lugar no ranking mundial do CIES relativo às equipas com maior valorização dos jogadores contratados que não pertencem à formação nos últimos cinco anos.

O cálculo publicado no considera a soma de duas variáveis. Por um lado, o saldo entre as taxas de transferência pagas e recebidas relativas a jogadores que saíram do clube nos últimos cinco anos. Por outro, o saldo entre o valor pago pela aquisição dos jogadores do plantel atual e os respetivos valores de mercado.

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Na soma das duas variáveis, o Benfica perfaz um total de 448 milhões de euros, divididos em 167 milhões de euros na primeira variável - contribuem jogadores como Amar Dedic, Álvaro Carreras, Aktürkoglu e Marcos Leonardo - e 323 milhões de euros na segunda - graças a atletas como Prestianni, Schjelderup, Pavlidis e Barreiro.

O Eintracht Frankfurt lidera a lista com 527 milhões de euros, mais um milhão que o Real Madrid. Os merengues beneficiam da política de contratações de craque em final de contrato. Jogadores como Mbappé, Bernardo Silva, Konaté e Rüdiger vieram a 'custo zero' e por isso contribuem bastante para o saldo positivo da segunda variável.

O FC Porto surge em 12.º lugar com um toal de 338 milhões de euros e o Sporting em 25.º com 236 milhões de euros.

No caso dos leões, ao contrário dos rivais, a primeira variável - inclui Viktor Gyökeres, Morten Hjulmand, Francisco Trincão e Ousmane Diomande - tem um peso maior (153 milhões de euros) no bolo total.

No fundo da tabela, surge o Al Hilal com uma desvalorização total de 502 milhões de euros, seguido do Manchester United (405 milhões de euros), Al Nassr (229 milhões de euros), Tottenham (188 milhões de euros), Al Ittihad (175 milhões de euros) e Al Ahli (134 milhões de euros).

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Estes são os únicos seis clubes que têm uma desvalorização superior a 100 milhões de euros.

Por João Falcão Morais
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