O Boca Juniors está mergulhado numa crise profunda e não parece ter condições para sair dela tão rapidamente. O histórico emblema de Buenos Aires empatou a um golo na receção ao Racing, na 4.ª jornada do Clausura, e vai numa série negativa de 12 jogos. Nunca em toda a sua história havia estado tanto tempo sem ganhar.
E até podia ter averbado a terceira derrota seguida, visto que os visitantes marcaram por Solari (76') e estiveram na frente até bem perto do fim, concretamente até aos 88 minutos, altura em que Milton Giménez fez abanar as redes adversárias e impediu uma nova derrota. É natural, face a este cenário sombrio, que o clube xeneixe ocupe a pouca honrosa 13.ª posição do Grupo A (em 15 equipas) e que o clima de contestação suba cada vez mais de tom.
Nesta tenebrosa sequência existe um jogo em que conseguiu superiozar-se ao adversário no desempate por penáltis, no caso foi frente ao Lanús, a 11 de maio, dois jogos antes da igualdade a dois golos frente ao Benfica, no arranque do Mundial de Clubes. Tempos difíceis para o clube presidido por Juan Roman Riquelme e orientado pelo técnico Miguel Ángel Russo.
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