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Toni Oliveira, treinador que deu os primeiros passos na profissão trabalhando ao lado do pai, Toni, antigo técnico do Benfica, abraçou um novo desafio na Eslovénia, juntando-se ao NK Rudar, de Velenje, atual 7º classificado na liga local. O jovem técnico, de 34 anos, explicou a Record como surgiu a oportunidade, que se traduz numa espécie de emancipação profissional em relação ao pai.
"Foi um desafio da Ibersports e agradeço desde já a confiança do Paulo Roberto, do Nuno Frechaut e de Antonino Almeida, que é o dono da empresa. Aceitei porque é um projeto importante, de acordo com as minhas perspetivas e porque gosto de desafios sustentados", começou por dizer Toni Oliveira, que relacionou o convite com a sua ainda curta experiência.
"Agradeço a confiança que depositaram em mim e no meu trabalho. Sou adjunto, a trabalhar com o treinador principal, Slodoban Krcmarevic, um sérvio. Vim com o propósito de trazer novas ideias, novas metodologias. Felizmente, pertencemos a uma classe que está muito bem vista no panorama mundial, as pessoas acreditam no trabalho dos treinadores portugueses, nas nossas ideias e foi também por isso que aqui estou", acrescentou.
Os primeiros dias numa nova realidade não apanharam Toni de surpresa. "Eu ainda trabalhei numa realidade muito mais diferente do que a nossa, no Tractor. Essa sim, era bem diferente da nossa realidade europeia, com a qual me identifico mais. Há mais organização, mais disciplina, até porque a Eslovénia é um país onde o futebol é levado a sério", referiu Toni, que não esconde o desejo de um dia ser técnico principal.
"Claro, é para isso que trabalho e sei que vou lá chegar. Não tenho problemas em assumir responsabilidades e trabalhar sob pressão. Pelo contrário, é sob pressão que me sinto bem e mais bem adaptado para fazer o meu trabalho. Não fui grande jogador, mas serei bem melhor treinador", garantiu.
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