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Jorge Jesus escreve no Record! Semanalmente (todas as quartas-feiras na edição impressa e logo na véspera no site), o treinador do Al Nassr assina textos de elevada nota artística, partilhando os seus conhecimentos. No terceiro artigo que assina no nosso jornal, o experiente técnico aborda a sua passagem pelo Flamengo, a exigência que viveu nesse período e assume que, se não fosse a Covid-19, provavelmente a esta hora ainda estaria no clube carioca.
"Foi o grupo que mais se interessou e preocupou comigo. Interessavam-se em saber o porquê dos exercícios e das conversas com alguns durante o treino. E eu ficava no relvado a explicar-lhes tudo, no final. Por isso não teria saído daquela Cidade Maravilhosa se não fosse a Covid-19. O meu primeiro teste deu positivo e o segundo deu inconclusivo. Por precaução fui fechado no apartamento, sozinho. Os médicos visitavam-me vestidos com fatos anti-contágio e os funcionários do clube deixavam a comida à minha porta. Tocavam e fugiam antes de eu abrir. Sentia-me numa prisão. Via as notícias e no Brasil a Covid parecia sentença de morte. Então decidi, se era para morrer, que fosse em Portugal. E vim embora. Sem a pandemia, se calhar hoje ainda estaria no Flamengo. Entre julho de 2019 e abril de 2020 ganhámos cinco troféus e só perdemos quatro jogos", escreveu.
Leia o artigo na íntegra.
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