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A morte de Diego Maradona continua a ser investigada e nas últimas horas a imprensa argentina revelou mensagens trocadas pelos três profissionais médicos que acompanhavam El Pibe - o neurocirurgião Leopoldo Luque, o psicólogo Carlos Díaz e a psiquiatra Agustina Cosachov -, no mês anterior à morte da lenda do futebol mundial, e que permitem perceber como o seu estado de saúde se foi agravando.
"Demência alcoólica" e "Parkinson" eram os diagnósticos debatidos pelo trio no final de outubro, segundo o jornal 'Página12', numa reportagem assinada pelo jornalista Raúl Kollmann. Nessa fase os profissionais também equacionavam o "internamento docimiliário" de Maradona. "Tem de haver uma ambulância de elevada complexidade, enfermeiras especializadas, um médico clínico, um toxicologista e um neurologista", escreveram. A 26 de outubro, Luque transmite a Cosachov "uma mudança de planos" e que o "internamento domiciliário está descartado".
Um dia antes do aniversário de Maradona [30 de outubro], ficou registada a seguinte mensagem: "O aniversário dele está a chegar. Temos de reduzir a medicação para que esteja apresentável".
Maradona foi internado de urgência a 2 de novembro, antes da cirurgia ao cérebro, e o jornalista Raúl Kollmann diz que o trio tentou encobrir o verdadeiro estado de saúde. Quando recebeu alta, mesmo contra indicação médica, os profissionais começaram a aperceber-se dos riscos que corria por estar em casa e também dos estado de depressão em que se encontrava. Entre 15 e 19 de novembro surgiram várias mensagens preocupantes. "Não pára de dormir", "tem um ressonar preocupante e um barulho estranho a respirar", "está inchado" e "dêem-lhe ar" foram algumas das mensagens trocadas.
Já na semana que antecedeu a morte de Maradona, a 25 de novembro, nenhum dos três profissionais visitou Maradona, algo que o jornalista consiedera "mais do que impróprio para a situação". Mesmo assim foram trocadas mensagens como "está muito inchado", "não consegue urinar" e "está a dormir há dois dias".
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