O presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Faizal Sidat, considerou esta quinta-feira "uma grande surpresa" o anúncio da candidatura do ex-internacional português Luís Figo à presidência da FIFA, mas tem ainda reservas sobre a sua competência como dirigente desportivo. "Foi uma grande surpresa o anúncio a candidatura de Luís Figo. Conhecemos Figo como jogador, grande jogador, mas não o conhecemos como dirigente. Normalmente, nestes processos, passa-se primeiro pela presidência de uma federação num país, depois vai-se à presidência do continente e, por fim, chega-se à presidência da FIFA", , disse Faizal Sidat, em declarações à Lusa em Maputo.
Aos 42 anos, o mais internacional dos futebolistas portugueses (127 jogos), Luís Figo, anunciou na quarta-feira sua candidatura à presidência da FIFA, justificando a decisão com a vontade de mudar o que entende ser a má imagem do organismo.
"Preocupo-me com o futebol e não gosto do que vejo em relação à imagem da FIFA, não apenas agora, mas nos últimos anos", disse Figo, em entrevista à cadeia televisiva CNN.
Para Faizal Sidat, além de Joseph Blatter, atual presidente da FIFA, o internacional português possui fortes concorrentes à presidência do órgão mais importante do futebol mundial, como Jerome Champagne, antigo vice-secretário-geral da FIFA.
"O Figo tem de apresentar um bom manifesto. As federações vão verificar o que é bom para seu país. Realmente Joseph Blatter pode apresentar um bom manifesto devido à experiência e Figo tem de saber argumentar dentro do seu próprio manifesto", afirmou o dirigente da Federação Moçambicana de Futebol.
De acordo com Faizal Sidat, só depois de analisar os manifestos de cada candidato, a Federação Moçambicana de Futebol vai fazer a sua escolha, em concordância com outras federações do continente africano.
"Estamos à espera dos manifestos para ver o que é bom para a federação e para o continente. Por acaso, nós já recebemos cartas de quatro candidatos, mas do Figo ainda não. Depois da análise, far-se-á uma concertação ao nível do continente. E depois, conscientemente, vamos escolher aquilo que é bom para África", defendeu Sidat.
Luís Figo foi Bola de Ouro (1999) e melhor jogador do Mundo da FIFA (2000), antes de os prémios serem unificados. O antigo jogador é o sexto a manifestar interesse na presidência da FIFA, depois de Joseph Blatter, Michel van Praag, presidente da federação holandesa, David Ginola, ex-jogador francês, Jerome Champagne, candidato independente francês, e o príncipe Ali bin Al Hussein da Jordânia, vice-presidente do órgão.
As eleições para a presidência da FIFA, cujo prazo de candidatura termina hoje, decorrem a 29 de maio, em Zurique, na Suíça.
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