O Sindicato internacional de futebolistas (FIFPro) realiza em Lisboa entre terça e quinta-feira da próxima semana a sua Assembleia Anual, num momento de distanciamento em relação à FIFA.
No encontro, que celebra os 60 anos do Sindicato, a FIFPro vive um momento de desencontro com o órgão máximo do futebol mundial, em matéria dos direitos laborais dos futebolistas e com mal-estar acrescido de ter estado ausente de reunião importante em Rabat.
Em Lisboa, a ordem de trabalhos da Assembleia versará temas como o bem-estar dos jogadores, matéria jurídica, a elaboração de políticas e as relações com as partes interessadas, mantendo-se a vontade de diálogo laboral com a FIFA.
O organismo máximo do futebol mundial anunciou no domingo a criação de um foro para consultas com futebolistas profissionais, depois de uma reunião em Rabat mantida com representantes de 30 sindicatos de jogadores, porém a FIFPro lamentou não ter sido convidada, criticando uma representação sindical que não representa de forma significativa os jogadores a nível mundial.
"A FIFA continua a atuar com soberba, sem ouvir, sem dialogar, sem consultar. Em lugar de abrir espaço à participação de todos os setores que compõem a indústria do futebol, opta por discriminar e excluir", referiu a FIFPro, através do seu presidente, o argentino Sérgio Marchi.
O dirigente acrescentou que esta postura não é inocente e configura uma "discriminação estrutural e, profundamente, antidemocrática", com o organismo do futebol mundial a impor unilateralmente regras, esquecendo os principais atores do jogo.
"Legisla a partir de um pedestal, sem compreender as consequências humanas e laborais que essas regras geram. Enquanto, nos sindicatos, estamos no terreno, a trabalhar no barro, resolvendo diariamente os problemas que a FIFA cria com as suas decisões", acusou.
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