Maradona está, em Buenos Aires, Argentina, a cumprir quarentena - assim o obriga a pandemia de Covid-19 - e, em entrevista ao jornal 'El Día', manifestou o seu apoio a Ronaldinho Gaúcho, internacional brasileiro que está preso no Paraguai, desde o início de março, por ter entrado no país com documentos falsos.
O atual treinador do Gimnasia de La Plata e Ronaldinho têm uma amizade de longa data, o brasileiro é constantemente citado pelo antigo futebolista argentino como um de seus jogadores preferidos, e também Maradona sabe o que é ter problemas com a Justiça e como se pode lidar com tal situação quando se trata de uma pessoa a quem muitos veem como ídolo.
"Claro que fico triste. Não é um delinquente, ele só foi trabalhar. O seu erro é ser ídolo. É meu amigo e apoio-o até à morte", afirmou Maradona.
Recorde-se, Ronaldinho Gaúcho está detido no Paraguia desde início de março. Depois de 32 dias de cláusura, Ronaldinho e o irmão, Roberto Assis, pagaram 1,4 milhões de euros de fiança, estando agora em prisão domiciliária, à espera que o processo se resolva.
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