O regresso de Di María ao Rosario Central continua a ocupar um tremendo espaço mediático na imprensa argentina. E esta terça-feira um dos destaques está relacionado com o facto do icónico capitão do clube – o guarda-redes Jorge Broun, de 39 anos, querer ‘obrigar’ El Fideo a ficar com a braçadeira de capitão.
“Tem de ficar com ela. Já lhe disse que da minha parte nem há assunto. Tem de ficar com a braçadeira. Depois será uma decisão dele. Pode querer ou não, ele é que sabe. Ele é um símbolo, não só do Rosario Central, mas de todo o futebol argentino. Por isso tem de ficar com a braçadeira", destacou ao TycSports.
Questionado sobre a integração de Di María, mais palavras de elogio do experiente jogador: “Perguntei-lhe logo se queria estar no grupo dos jogadores no WhatsApp e ele aceitou de imediato, dizendo que queria ser mais um a ajudar o clube. Depois começámos a trocar mensagens parvas no grupo, já com ele lá. Ele age sempre com a humildade que o caracteriza. No balneário foi mais um a ajudar e parecia que tinha passado aqui a vida toda.”
E a terminar, o guarda-redes Jorge Broun, conhecido como Fatura, comparou Di María… a Deus: “Fui treinado por Diego Armando Maradona no Gimnasia. São ambos figuras de outro patamar, mas rapidamente conseguimos ficar habituados a lidar com eles diariamente.”
Treinador inglês voltou ao clube mais de 40 anos depois
Gonçalo Ramos marcou a passe de Nuno Mendes para fechar as contas (3-1) diante do Toulouse
Treinador do PSG destaca compromisso do avançado português, que selou o triunfo frente ao Toulouse
Capitão da Seleção Nacional bisou e chega aos 967 golos
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Rute Cardoso contribuiu com o seu testemunho para a biografia oficial do internacional português que vai ser lançada no dia 9
Em causa uma alegada dívida na transferência de Lázaro para Espanha
Situação clínica do treinador romeno agrava-se
Adeptos açorianos premiados pelo fair play e apoio constante à equipa