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Chegou ao fim a 'perseguição' que durou mais de uma década a Hugo Jinkis e Mariano Jinkis, respetivamente pai e filho, dois dos alvos de uma investigação que começou em 2015 e que denunciou inúmeros casos de corrupção na FIFA, tendo terminado com a detenção e acusação de dezenas de dirigentes.
Segundo o 'The New York Times', Hugo - atualmente com 81 anos - e Mariano - de 51 - foram acusados de pagar subornos a dirigentes de futebol da América Latina em troca dos direitos de transmissões televisivas e de marketing, mas acabaram por nunca ser julgados pois a Argentina, o país de origem de ambos, bloqueou a extradição em 2016. No entanto, no último fim-de-semana, os dois iniciaram negociações para um possível acordo judicial depois de, sempre de acordo com a mesma fonte, terem apanhado voluntariamente um voo com destino a Nova Iorque.
Este escândalo, recorde-se, envolveu, entre outros, Joseph Blatter, que em 2015 foi ouvido na sede da FIFA durante oito horas acerca do caso. O dirigente suíço acabou absolvido anos mais tarde.
Por André Santos