Cezary Kulesza, presidente da federação polaca, negou estar já em busca de um substituto - Adam Nawalka foi um nome veiculado - para Paulo Sousa à frente da seleção de futebol daquele país. No entanto, o dirigente deixou claro que não tentará demover o treinador português caso este decida sair para o Flamengo.
"Não sei quem quero, até ao momento não pensei nisso. Eu tenho tempo, já Paulo Sousa não tem. Provalmente ele terá de resolver as coisas para começar a trabalhar no Brasil. Do nosso ponto de vista, a federação polaca tem mais tempo de decisão do que Paulo Sousa. Se vou tentar travar a sua saída? Assim que ele tiver decidido, não irei forçá-lo a ficar. Nem a ele nem a ninguém. Se não quiser ficar, não quer. Mas os contratos em vigor obrigam-nos a fazer qualquer coisa", esclareceu Kulesza, em declarações ao 'Weszlo'.
Kulesza negou ainda que ele ou qualquer outro elemento da federação tenha tentado impingir um adjunto polaco a Paulo Sousa: "nem conseguiria imaginar tal situação. Se fosse treinador, não quereria que o presidente forçasse a entrada de alguém na minha equipa técnica."
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