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Entre o corrupio dos treinos, das viagens e dos jogos, Vítor Campelos ainda não dispôs do tempo para assentar verdadeiramente na Eslovénia. Desde que chegou ao Celje, há duas semanas, em plena competição, o técnico tem vivido a altas rotações. Não obstante, o balanço, até ver, é muito positivo, com três vitórias em três jogos, liderança reforçada na liga e um clube que enche as medidas.
“As sensações são muito positivas. Gostei muito, quando tive a conversa com o presidente [Valeriy Kolotilo] e com o diretor-desportivo [Gennady Golubin], da forma como me apresentaram o projeto. Tem sido uma experiência muito boa porque sente-se que é um clube organizado, com visão de futuro e com a ideia clara de crescer”, partilhou o treinador português, de 50 anos, em entrevista a Record.
Crescimento é a palavra-chave no projeto que o Celje implementou. O passado recente já mostrou evolução, sobretudo nas provas UEFA, mas o futuro pode ser ainda mais risonho, a julgar pelo menos pelos sonhos de chegar a uma Liga dos Campeões e causar sensação como fizeram, por exemplo, os noruegueses do Bodo/Glmit, recentemente eliminados pelo Sporting.
“Sinto a ambição que existe. Opresidente e o diretor-desportivo têm o sonho de fazer no Celje algo parecido com o que se fez no Bodo/Glimt, fazer com que um dia possa entrar-se na Liga dos Campeões. Desde que cá estão, já foram campeões duas vezes, venceram uma taça”, lembrou Vítor Campelos.
De olhos postos em ganhar títulos
Vítor Campelos não esconde que quer “poder lutar por títulos”. O de campeão está bem encaminhado, já que o Celje é líder com nove pontos de vantagem sobre o Maribor. “Queremos muito ser campeões e jogar as pré-eliminatórias da Champions.Vamos fazer tudo para chegar à fase de liga”, confidenciou. Esta época, a campanha europeia terminou com a queda frente ao AEK Atenas. Campelos orientou a equipa na 2.ª mão e venceu na Grécia (2-0).
Zahovic, Pavlin e muito talento
O tempo na Eslovénia ainda é curto, mas já permitiu a Vítor Campelos reconhecer que há qualidade no jogador local. “Há jogadores muito evoluídos tecnicamente, o que nos faz lembrar alguns que passaram por Portugal, como Zahovic ou Pavlin. São jogadores que gostam de trabalhar e aprender”, disse. No plantel, vários nomes sobressaem. “Temos seis jogadores nas seleções. Há qualidade”, apontou, dizendo, entre outros, nomes como Iosifov ou Seslar.
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