Depois de ter saído do AVS SAD, em dezembro de 2024, Vítor Campelos esteve mais de um ano longe dos relvados. Longa pausa que serviu para refletir, recarregar baterias e, ao mesmo tempo, aprofundar conhecimentos, como aconteceu no tempo que passou no Fulham, a acompanhar o trabalho do compatriota Marco Silva.
“Serviu para refletir, para estudar, para ter a oportunidade de ver outros contextos. Por exemplo, estive em Inglaterra com o Marco Silva a ver os treinos”, confidenciou o técnico, que teve, pelo meio, várias ofertas para regressar: “Tive bastantes abordagens, mas tive que esperar pelo momento certo e pelo projeto certo”, disse.
No final, a decisão passou por emigrar. “Fora dão mais estabilidade e mais tempo para que as pessoas possam trabalhar. É um dos aspetos que se diferenciam do nosso país, onde os resultados são para o imediato e, muitas vezes, não há paciência”, apontou.
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