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Ángel Haro e o caso Bakambu: «Respeito todos os países... Mas para mim o meu país é o Betis»

• Foto: AP

Nas declarações aos jornalistas no aeroporto de Sevilha, o presidente do Betis, Ángel Haro, comentou o polémico caso Bakambu, que chegou apenas na segunda-feira à noite à Andaluzia (e está fora do jogo em Braga para a Liga Europa), depois de ter estado alguns dias retido na República Democrática do Congo, por instrução da federação local, a fim de celebrar com toda a nação o acesso ao Mundial de seleções deste verão.

"Não pude falar com ele. Sei que houve alguma comunicação pelo WhatsApp, mas não estou a gostar nada da situação da parte da própria Federação da RD Congo e nem mesmo, porque tenho de o dizer, da parte do jogador. Creio que os clubes colaboram com os diversos países ou federações e é muito importante para alguém representar o país, mas há que ter um pouco mais de seriedade", atirou.

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"A federação congolesa mandou um e-mail a dizer que ia reter o jogador do dia 3 a 5 de abril, dissemos que obviamente não estávamos de acordo e, a partir daí, estão os serviços jurídicos para ver que reclamações podemos fazer à federação. No que diz respeito ao jogador, temos um código de disciplina que é assinado com os jogadores e que também há que aplicar, claro", acrescentou o presidente do Betis, confirmando assim sanção ao avançado Bakambu, mas não desportiva.

"Não será nada que nos prejudique, mas há um regulamento, há uma série de direitos, mas também há uma série de obrigações e eu respeito todos os países, mas para mim, o meu país é o Betis. Tenho de representar o Betis. Para mim, como digo, passar da data FIFA não gosto nada...", rematou Ángel Haro.

Por André Gonçalves
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