Florentino Pérez deu uma entrevista ao jornal espanhol 'As' onde voltou a esgrimir argumentos em defesa da Superliga Europeia, mas não deixou de lamentar a atuação de Aleksander Ceferin no processo que levou a que o projeto não arrancasse.
"O presidente da UEFA teve um comportamento pouco saudável, ainda mais sendo presidente de uma instituição que defende o futebol e os seus valores. Tudo o que se passou foi lamentável, com insultos e ameaças. Surpreendeu-nos a sua violência", frisou o líder do Real Madrid, um dos principais impulsionadores da Superliga, um projeto que acabou por não avançar.
Florentino Pérez mostrou-se, por outro lado, preocupado com o facto de três dos quatros semi-finalistas desta edição da Liga dos Campeões (Manchester City, Chelsea e PSG) terem sido investigados pela UEFA, por incumrpimeiro do fair-play financeiro. "Não quero julgar ninguém. Mas sim, posso dizer que estamos preocupados, não pelo que passou mas pelo que há de vir. Já vimos o que disse o presidente da UEFA. Se agora os clubes-estado e os proprietários ricos podem injetar dinheiro, será difícil depois competir com eles em igualdade de circunstâncias. Para isso é preciso transparência e saber de onde vêm as receitas dos clubes."
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