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Morlaye Sylla, médio do Arouca, acusou o selecionador e os jogadores da equipa da Guiné Conacri de roubo e por isso, segundo o jornal do país, 'Le Quotidien', não foi convocado para a Taça das Nações Africana, que se disputa já no início do próximo ano.
Conta aquela publicação que tudo aconteceu depois de um jogo com o Brasil, em junho, que a seleção da Guiné perdeu, por 4-1. Sylla trocou a camisola com Vinícius Júnior, mas a camisola do brasileiro acabou por desaparecer misteriosamente no balneário, para desespero do jogador.
O médio não hesitou em apontar o dedo aos companheiros de equipa, acusando também o treinador, Kaba Diawara, de roubo. Exigiu que todas as malas e bagagens fossem minuciosamente revistadas, o que gerou grande tensão na equipa.
Segundo o 'Le Quotidien', Sylla nunca pediu desculpas pelo sucedido, por isso acabou por não integrar a lista de convocados de Diawara para a competição.
A Guiné estreia-se na prova diante dos Camarões, a 15 de janeiro, antes de defrontar a Gâmbia e o Senegal.
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