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Espanha e Inglaterra com armas de destruição

• Foto: EPA

Sevilha assiste hoje a um duelo com armas de destruição maciça. De um lado uma Espanha que só contabiliza vitórias no Grupo 4 da Liga das Nações e que procura assegurar já o bilhete premiado para a final four e, do outro, uma Inglaterra que quer ‘vingar-se’ do desaire em Wembley e garantir a sua primeira vitória na competição. Paco Alcácer e Harry Kane, as referências ofensivas das duas seleções, espelham bem este momento das equipas de Luis Enrique e Gareth Southgate.

Espanha e Inglaterra com armas de destruição
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até já convenceu o Borussia Dortmund a desembolsar os 25 milhões de euros da cláusula de opção de compra que consta no contrato de cedência por parte do Barcelona. Em quatro jogos pelo clube alemão, Paco Alcácer marcou 7 golos, a mesma quantidade que conseguiu em toda a época passada com a camisola blaugrana. A estes junta-se o bis ao País de Gales e o resultado dá uma média de 1,8 golos por jogo e de 1 golo a cada 27 minutos.

Ninguém é tão letal na Europa. Nem Messi, nem Ronaldo, nem Neymar ou Mbappé e muito menos Harry Kane. O avançado do Tottenham é o segundo melhor marcador na Premier League (5), atrás de Hazard (7), mas ficou em ‘branco’ nos três jogos que fez pela seleção após o Mundial. "Não acho que o meu rendimento tenha caído. Gostaria de ter marcado mais por Inglaterra, mas estarei pronto para fazê-lo esta segunda-feira", atirou o melhor artilheiro do Mundial (6 golos).

Nos treinadores o sentimento é semelhante. "Vamos entrar para ganhar porque só a vitória nos interessa para conseguirmos a qualificação matemática", vincou Luis Enrique, enquanto Southgate pediu "coragem" para enfrentar "um dos testes mais difíceis".

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Por Aurélio de Macedo
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