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Apesar do número total de espectadores nos estádios não ir superar, seguramente, o máximo em Mundiais de sub-20 – estabelecido há quatro anos na Colômbia (mais de um milhão e 300 mil) – a organização neozelandesa está satisfeita com a adesão do público. "Este é um país de râguebi e de críquete, em que o futebol, apesar de estar em franca expansão, ainda se situa abaixo das paixões nacionais. Por isso estamos satisfeitos com as assistências", refere o presidente do Comité Organizador local da competição, David Beeche, que acrescenta: "Ainda teremos os quatro jogos finais, em Christchurch e Auckland, nos quais esperamos uma fortíssima presença de adeptos."
Investimento
O governo da Nova Zelândia contribuiu com 5,5 milhões de dólares neozelandeses (cerca de 3,5 milhões de euros) para a organização da competição, sendo um dos principais investidores. "Dinamizámos a economia e os negócios locais em sete cidades do país. Mostrámos a Nova Zelândia e a sua capacidade organizativa ao Mundo, com uma audiência estimada de cerca de 170 milhões de telespectadores, e acolhemos cem jornalistas estrangeiros que nos promoverão", refere o ministro dos Desportos, Jonathan Coleman.