Mosqueteiros "portugueses" em busca da glória

Mosqueteiros "portugueses" em busca da glória
• Foto: EPA

n Garay, Rojo e Enzo Pérez jogaram, pela primeira vez, os três juntos como titulares na seleção argentina na meia-final com a Holanda e deram sorte à Argentina. A seleção de Sabella garantiu para o país a 5.ª final da história após 24 anos de ausência. Nessa altura, o lateral leonino tinha 6 meses de idade.

Garay e Rojo têm sido indiscutíveis na seleção. O sportinguista perdeu apenas um jogo, por castigo, mas voltou para a meia-final. Enzo Pérez já tinha entrado nos quartos-de-final e na decisão de São Paulo assumiu a titularidade. O central é pilar sólido da equipa. E um exemplo. No jogo com os holandeses, pôs a cabeça onde muitos não têm a coragem de meter o pé e levou um pontapé na cara de Vlaar. Ficou meio grogue, mas voltou ao campo de batalha.

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Rojo sente-se como peixe na água a lateral esquerdo. Está a fazer um grande Mundial e a despertar a cobiça, designadamente de Itália e Inglaterra. Enzo teve a sua oportunidade e agarrou-a com unhas e dentes, bem ao seu estilo. Com a Holanda, Enzo passou pelo lado esquerdo, depois de ter iniciado o jogo no flanco contrário.

Três “portugueses” – um já não estará na próxima época no nosso futebol, os outros quem sabe... – estarão na final, o que, à falta dos genuínos, sempre é motivo de orgulho, especialmente para os clubes que representam. Aliás, nunca um clube português teve um jogador seu a alinhar numa final de um Mundial – o portista Doriva ficou na decisão em 1998 mas não saiu do banco na derrota (0-3) do Brasil com a França. E se Polga até veio como campeão mundial para o Sporting, em 2002, nunca houve um campeão que estivesse de facto a jogar em Portugal.

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