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Cristiano Ronaldo isolou-se no comando dos melhores marcadores da história de seleções e era naturalmente um homem feliz na hora de abordar mais um feito histórico. Para mais num dia em que brilhou com um bis e deu uma vitória épica sobre a Irlanda, por 2-1.
"A equipa acredita até ao fim. Eu acreditava até ao fim. Dez minutos antes do jogo acabar eu pedi o apoio do público. Quando a equipa não está a corresponder, a ajuda do público é fundamental. Deram-nos força. Estou muito contente pelos dois golos que deram a vitória e de bater o recorde. Estou muito feliz", disse, à RTP.
"É motivação e a vontade de continuar a jogar futebol e deste último contrato que fiz, de voltar a casa. Se nos levantarmos todos os dias com vontade de fazer melhor, de alegrar os adeptos, a família... isso é a grande motivação", acrescentou o capitão, que aproveitou para reforçar a importância da família: "Eu tenho quatro filhos. O Cristianinho já entende tudo e sofre como eu. Eles vão crescendo e vendo o pai a marcar golos a ganhar títulos que é o que eu mais gosto."
"Este recorde é meu e é único. Estou extremamente feliz e é mais um para o museu", atirou CR7, antes de fechar com uma abordagem à mudança para o Manchester United. "É voltar a casa, um clube que sempre me acarinhou. Tenho mais alguns anos de carreira. Quero ainda brilhar. A Premier League é o melhor futebol do mundo."
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