João Palhinha foi um dos homens que se impôs no meio-campo da seleção portuguesa na goleada (5-0) ao Luxemburgo – um adversário que parece ter particular apreço do médio do Sporting.
Em março, à terceira internacionalização, já o português fazia daquele país a sua primeira vítima de quinas ao peito. "É sempre especial fazer golos pela seleção, ainda para mais aqui no meu país, com este ambiente fantástico. Já tinha marcado também no primeiro jogo lá no Luxemburgo mas é sempre especial marcar pela seleção. Mas mais importante do que o golo, foi vitória e o excelente jogo que fez a equipa", atirou, em declarações à RTP.
Um golo não passa despercebido a ninguém, mas o festejo de Palhinha à moda de CR7 também não… "Saiu-me. Foi algo do momento. Ele riu-se, foi em jeito de brincadeira. E já vou ter de levar com alguns colegas que vão gozar comigo por ter feito isso. Mas também isto mostra bem o carinho e amizade que temos uns pelos outros", justificou.
Quanto ao jogo, o internacional português sustenta que houve muito mérito das hostes lusas em "torná-lo fácil": "Foi um jogo em que Portugal soube tornar fácil. Hoje em dia não há jogos fáceis. As equipas são cada vez mais competitivas e estes resultado que tivemos hoje são cada vez mais raros. Hoje, as equipas analisam e trabalham bem dentro dos seus países e dos seus clubes, mas acho que conseguimos impor o nosso jogo. A equipa tem crescido e isso está a refletir-se."
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