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Giovanni Reyna, internacional pelos Estados Unidos, recorreu esta segunda-feira às redes sociais para explicar-se sobre as polémicas que envolveram o seu nome durante a participação norte-americana no Mundial'2022.
O jogador do Borussia Dortmund assumiu parte das culpas, mas não deixou de fazer críticas a um membro da equipa técnica da seleção nacional norte-americana, que terá informado a comunicação social sobre algumas informações privadas do grupo de trabalho liderado pelo selecionador Gregg Berhalter.
"Esperava não comentar assuntos que tivessem a ver com o Mundial. Acredito que as coisas que acontecem no seio de uma equipa devem permanecer privadas. Posto isto, foram feitas declarações que refletem o meu profissionalismo e caráter, pelo que sinto a necessidade de fazer uma breve declaração. Ainda antes do Campeonato do Mundo, o treinador [Gregg] Berhalter disse-me que o meu papel no torneio seria muito limitado. Fiquei devastado. Sou alguém que joga com orgulho e paixão. O futebol é a minha vida e eu acredito nas minhas capacidades. Esperava e queria desesperadamente contribuir e ajudar um grupo talentoso à medida em que tentávamos marcar uma posição neste Mundial", começou por esclarecer o jovem de apenas 20 anos.
Perto de ser afastado do grupo de trabalho devido a alegada falta de compromisso com a equipa, Giovanni Reyna assumiu ser uma "pessoa muito emotiva" e ter deixado, a partir de um determinado momento, as emoções terem tomado conta da sua razão. "Também sou uma pessoa muito emotiva e reconheço plenamente que deixei as minhas emoções tomarem conta de mim e afetarem o meu treino e comportamento durante alguns dias depois de saber que teria um papel limitado na equipa. Pedi desculpas aos meus companheiros de equipa e ao treinador por isso e disseram-me que estava perdoado. A partir daí, livrei-me da deceção e dei tudo de mim dentro e fora de campo."
Já no último parágrafo deste texto em jeito de desabafo para os seus fãs e apoiantes, Reyna revela haver um 'bufo' no seio da seleção norte-americana, deixando um pedido de união a todos os elementos que integram a comitiva da equipa nacional masculina já com o Mundial'2026 no horizonte. "Estou desapontado por haver uma cobertura contínua sobre este assunto (assim como algumas versões altamente fictícias sobre todos estes eventos) e totalmente surpreendido que alguém que pertence à equipa técnica da seleção masculina dos Estados Unidos tenha contribuído para isso. O treinador Berhalter sempre me disse que os nossos problemas ficariam sempre em equipa para que pudéssemos nos concentrarmos no progresso da equipa. Amo a minha seleção, amo representar o meu país, e agora estou focado apenas em melhorar e crescer como jogador de futebol, mas também como pessoa. Espero que, daqui em diante, cada pessoa envolvida no futebol dos Estados Unidos se concentre apenas no que é melhor para a seleção masculina, para que possamos ter um grande sucesso no Mundial de 2026."
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