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Vinícius Júnior apontou um golo e uma assistência na vitória frente ao Haiti (3-0) e foi novamente considerado o melhor jogador em campo pela FIFA. No final do encontro, o avançado sublinhou que a equipa fez uma boa exibição e que está mais preparada para os próximos jogos.
"Esta vitória dá-nos confiança para continuar a evoluir e maior tranquilidade para a próxima partida. O primeiro jogo [empate 1-1 com Marrocos] foi totalmente diferente pelo peso da estreia. Estivemos mais leves e o relvado era melhor, o que nos ajudou. Ocupei uma posição diferente. O mister pediu-me para atuar por dentro entre os dois defesas centrais [do Haiti]. Não jogo muito por ali, mas, sempre que [Ancelotti] me pede e diz que tenho de jogar por ali, eu faço golos. Tenho de ouvir o Ancelotti mais vezes. Seguramente, quando chegar ao balneário, vai dizer-me que entende muito de futebol [risos]", referiu o avançado após a vitória.
Vinícius mostrou-se abalado pela lesão de Raphinha e espera que o companheiro de equipa volte o mais depressa possível: "Estou muito triste por ele. Sofrer uma lesão é sempre complicado, sobretudo quando o Raphinha é importante para nós. Ele sofreu com lesões durante esta época e esperamos que não seja nada grave e possa continuar connosco até ao fim da competição", frisou.
O avançado brasileiro não escondeu o sentimento de representar a seleção canarinha e a vontade em vencer o Campeonato do Mundo: "Ganhar o Mundial pelo Brasil significaria muito para mim. Espero continuar neste nível e evoluir para levar o Brasil onde nunca deveria ter saído. Conseguimos ver vários jogos e analisámos os adversários. Todos estão a jogar muito em contra-ataque. Não creio que haja favoritos por conta disso. Há adversários teoricamente pequenos a pontuar diante de gigantes. Isto é o Campeonato do Mundo e não se pode facilitar, porque há grandes seleções", concluiu.