_
O dono do Hoffenheim tem sido uma das figuras mais contestadas do futebol alemão nos últimos meses mas poderá vir a ter um papel fundamental na luta contra o coronavírus.
Dietmar Hopp é proprietário da 'CureVac', uma empresa biofarmacêutica com sede em Tübingen, na Alemanha, que está a trabalhar numa vacina contra a pandemia e esse processo pode estar a entrar na fase final, segundo o 'Der Spiegel'. Hopp é também acionista da Fundação Bill e Melinda-Gates, que, em parceria com a 'CureVac', desenvolve vacinas contra vários tipos de doenças infecciosas.
Nos últimos dias a 'CureVac' foi notícia pelo interesse de Donald Trump e do governo do Estados Unidos no sentido de garantirem a exclusividade da vacina com oferta de elevadas quantias de dinheiro, mas a empresa recusou tal cenário e Hopp não poupou Trump, acusando-o de falta de solidariedade.
"Se queremos desenvolver uma vacina eficaz contra o coronavírus, uma pessoa não deve apenas chegar e proteger as pessoas, mas também ter mais solidariedade para com elas", disse o bilionário.
Entretanto o governo alemão já garantiu que a empresa se vai manter no país e que a vacina não será vendida. "Foi uma grande decisão da administração da empresa. Com essa decisão de oferecer a possível facina a todo o mundo deixou claro qual seria a sua posição perante uma crise. A Alemanha não está à venda", explicou o ministro dederal da Economía, Peter Altmaier, à ARD.
Por André Antunes PereiraMédio de 25 anos fica no clube alemão até 2030
Kai Havertz marcou à antiga equipa aos 89 minutos e leva decisão dos 'oitavos' para Londres
Treinador do Bayern destaca prestações recentes do extremo francês
Publicação nas redes sociais gerou múltiplas reações dos adeptos
'FourFourTwo' divulga lista dos milionários donos de clubes; veja também o top 5 dos jogadores com maiores fortunas
As outras futebolista que querem continuar naquele país foram transferidas "de imediato" para outro local a fim de garantir a sua segurança.
Grande objetivo do treinador português será o Mundial da categoria de 2027
Antonin Kinsky saiu depois de sofrer três golos em 9 minutos
Obras no mítico estádio vão começar durante o Mundial e demoram dois anos
Casa do Benfica vista como uma forte alternativa ao Estádio Lusail, no Qatar