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O presidente do 1.º de Agosto, Carlos Hendrick, negou esta quarta-feira a acusação de desvio de verbas no clube angolano, face à crise que a agremiação desportiva enfrenta há já alguns meses.
"Os salários vão diretamente para as contas dos jogadores e funcionários do clube, vindos das empresas estatais. Aqui não há possibilidade de tirar ou fazer manobras com as verbas disponibilizadas", garantiu.
O presidente anunciou, para breve, a realização de uma assembleia-geral para apresentar as contas do clube, e disse também ser insuficiente a quantia financeira que recebe atualmente do estado angolano.
Os atletas de futebol e basquetebol, que tinham os salários mais altos no desporto angolano, estão há três meses sem salários, e os funcionários do 1.º de Agosto, há sete meses. Como consequência, os atletas e funcionários estiveram em greve, por 24 horas, em Luanda, há duas semanas.
Recentemente, o Ministério das Finanças angolano anunciou a redução da verba destinada ao 1.º de Agosto, o que levou a direção do clube a pedir "respeito" pelos feitos já alcançados.
Chiquinho Conde, Jean-Florent Ibengé, Hervé Renard, Roberto Bianchi e Daúde Razaque são os outros nomes em cima da mesa
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