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Atlético Mineiro manda tirar portas de WC feminino num jogo em que até ameaçaram a mulher do papel higiénico

Atlético Mineiro manda tirar portas de WC feminino num jogo em que até ameaçaram a mulher do papel higiénico

O jogo entre o Atlético-MG e o Cruzeiro ficou marcado pelo regresso da equipa de Belo Horizonte aos triunfos no Brasileirão (1-0) e pelos estragos que os seus adeptos (cerca de 2.900) fizeram no estádio da formação mineira. O clube está ainda a contabilizar os prejuízos na Arena RMV, que não foram ainda maiores porque o 'galo' soube através da internet que os adeptos do Cruzeiro planeavam destruir o setor onde ficariam colocados.

Como prevenção, o Atlético-MG mandou retirar tudo o que fosse amovível daquela zona, até as portas das casas de banho das mulheres. Uma medida que Bruno Muzzi, CEO do clube, admitiu em declarações ao 'Globo Esporte' ter sido um erro. "Tirámos as portas, os candeeiros, tudo o que pudesse ser partido na zona onde estavam os adeptos visitantes. Mas acho que, de facto, cometemos um erro. Não devíamos ter tirado as portas das casas de banho das mulheres, passou do ponto. Foi com a intenção de tirar as coisas rápido, mas não devia ter sido feito."

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Muzzi admite também que houve reclamações das senhoras relativamente à falta de papel higiénico, situação que foi resolvida ainda durante o jogo. Mas uma funcionária foi ameaçada de morte. "Eles atiraram o papel higiénico fora e entupiram as sanitas. Assim que soube do sucedido, mandei repor. Deixei uma funcionária à porta da casa de banho, para repor o papel, mas ela foi ameaçada de morte pela claque."

Por Isabel Dantas
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