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Carlos Vinícius é o jogador do momento no Brasil. O antigo ponta-de-lança de Rio Ave e Benfica soma 9 golos em 10 jogos pelo Grémio este ano, sob o comando de Luís Castro, e a convocatória para a seleção do Brasil já é tema naquele país sul-americano. De acordo com o 'Globo Esporte', até já foi observado duas vezes ao vivo pelo selecionador canarinho, o italiano Carlo Ancelotti.
Contratado pelo Grémio no ano passado, depois de terminar a ligação ao Fulham de Marco Silva, Vinícius assinou um contrato válido até dezembro de 2026. No entanto, como revela o 'Globo Esporte', há uma cláusula que prevê a renovação automática até 2027, caso participe no Mundial por Brasil... ou Portugal, já que tem dupla nacionalidade. O antigo central chegou ao nosso país em 2017 para representar o Real SC, na estreia do clube da cidade de Queluz na 2.ª Liga.
O selecionador nacional, Roberto Martinez, já fez saber que tem um lugar em aberto no ataque, tendo em vista a competição organizada por Canadá, EUA e México. O espanhol não está certamente a pensar em Vinícius, que, aos 30 anos, pisca o olho à canarinha. "Seria top, para fechar com chave de ouro", refere o ponta-de-lança, em entrevista ao referido meio, sobre uma possível chamada à seleção brasileira.
"Ir à seleção tem a ver com números, com o bom momento. Não vou esconder que sonho desde criança em defender a camisola da nossa seleção. Para mim, é o máximo para um atleta, mais ainda quando se trata de seleção brasileira. Se for da vontade de Deus, vai acontecer", acrescenta o jogador, na mesma entrevista.
Antigo central que representou Santos e Palmeiras, Vinícius cruzou o Atlântico em 2017 para defender as cores do Real. No ano seguinte, foi contratado pelo Nápoles, tendo sido emprestado a Monaco e Rio Ave. Em 2019, nova mudança. O Benfica desembolsou 17 M€ para o contratar e o jogador marcou 24 golos em 47 jogos, sagrando-se melhor marcador da Liga, com 18 disparos certeiros.
Esses números não bastaram para segurar um lugar no plantel em 2020/21. Foi emprestado ao Tottenham, de Mourinho, antes de ser cedido ao PSV, onde trabalhou sob as ordens de Schmidt. Depois, rumou ao Fulham, em definitivo. Terminada a ligação ao emblema inglês, regressou ao país natal, para jogar no Grémio, ao serviço do qual tem 21 golos em 24 partidas.
Agora, sem saber o que o futuro lhe reserva, o avançado já colocou os seus compatriotas a discutir se deve ou não ser chamado à seleção. "Nunca disputei um Mundial, nunca vivi um Mundial, mas o que posso dizer é que estou preparado para os desafios", assegura.
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