Pela primeira vez desde que Abel Ferreira assumiu o comando técnico, o Palmeiras não conseguiu conquistar títulos. Ao longo da temporada, o treinador português criticou muitas vezes as decisões das equipas de arbitragens, mas Leila Pereira rejeita atirar as culpas para terceiros pela época menos bem conseguida.
"Tenho muito receio de terceirizar a responsabilidade porque se cria uma zona de muito conforto para o treinador e para o atleta. Tens de encarar a verdade de frente. E todos nós sabemos que a responsabilidade é nossa. Como é que eu posso vencer a Libertadores se os meus jogadores não remataram uma vez? Conhecem alguma forma de ganhar o jogo sem marcar golos. Eu não conheço", disse na reunião do Conselho Deliberativo do Palmeiras, citada pelo 'Estadão'.
A presidente do Palmeiras lembrou a final da Libertadores diante do Flamengo (derrota por 1-0): "Não foi por causa da arbitragem. 'Ah, Leila, o atleta tinha de ser expulso por causa da entrada sobre o Fuchs'. Ok, concordo. Como é que vou reclamar da arbitragem se não fiz a minha parte?".
"Como somos vices em várias competições, a minha nota para o Palmeiras neste ano é 9. Seria 10 se fosse campeã. Como não fui, fui vice, é 9. No próximo ano vamos lutar porque não sou mulher para ser vice. Não sou mulher para ser assistente. Nasci para ser protagonista, no Palmeiras também".
Durante a reunião, Leila Pereira também defendeu a mudança dos estatutos para que haja a possibilidade de se poder candidatar a um terceiro mandato.
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