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R - As lágrimas no final do jogo com o Granada foram um sinal de despedida do Sevilha?
B – Não... Foi apenas o adeus a este nosso estádio, que é muito especial, numa época bastante complicada para mim. Como jogador, costumo pensar no futuro a muito curto prazo. Ou seja, primeiro no fim da liga espanhola, depois na final da Taça do Rei, frente ao Barcelona, que queremos vencer, e, claro, por fim, no Campeonato da Europa, se for mesmo convocado pelo selecionador nacional. Para já, quero deixar em ‘stand by’.
R - Não garante, portanto, a continuidade no clube na próxima temporada?
B – Não sei... Isso não depende unicamente da minha decisão, mas sim de um acordo comum entre as duas partes. Durante estes anos todos que passei aqui ganhei um enorme carinho pelo clube e pela própria cidade. Por isso, a minha devoção ao Sevilha existirá sempre.