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Paulo Futre explicou no último programa de 'El Chiringuito', em Espanha, alguns contornos da transferência de Luís Figo do Barcelona para o Real Madrid, explicando que a dada altura o jogador quis voltar atrás e abortar o negócio.
Figo entendia que não era suficientemente valorizado no Barcelona e quando recebeu uma proposta do então candidato às eleições dos merengues, Florentino Perez, com um vencimento "cinco ou seis vezes superior", não hesitou.
"Mas a três dias das eleições do Real Madrid percebeu onde se tinha metido, quando a mulher e as filhas começaram a receber ameaças de morte. Aí quis recuar. Disse ao seu empresário, ao José Veiga, que já não queria ir para Madrid", contou o antigo internacional português, que acompanhou todo o processo bem de perto.
O problema é que Veiga tinha assinado um contrato com o então candidato, onde fora colocada uma cláusula em que teria de pagar 35 milhões de euros no caso de a transferência não se consumar. "Nem eu nem o Veiga acreditávamos que o Florentino fosse ganhar as eleições. Quando ganhou o Veiga nesse dia chorou e eu fiquei muito preocupado", acrescentou Paulo Futre.
"Ou o Figo ia para o Real Madrid ou o Veiga teria de pagar 35 milhões de euros! E ele não queria ir... O Figo estava em Cerdeña, eu e o Veiga fomos até lá, num avião privado. Ele a mulher eram um 'poema', tinha dado há pouco tempo um murro num fotógrafo porque tinha tirado uma foto da filha... Mas Figo não tinha saída, estava amarrado à cláusula. Se não fosse ia ter de pagar, ou ele ou o Veiga..."
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