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A La Liga decidiu avançar com um processo judicial contra os jogadores pela alegada greve ilegal durante a nona jornada do campeonato espanhol, na qual os jogadores paralisaram as suas ações durante os primeiros 15 segundos de cada partida. A alegada greve foi vista como uma resposta ao Villarreal-Barcelona, jogo que tinha sido agendado para ser realizado em Miami, algo que mais tarde foi cancelado, em parte graças a essa ação.
Numa entrevista ao programa 'Desayuno Deportivo' da Europa Press, Javier Tebas, presidente da liga espanhola, questionou a atitude dos jogadores. "O que eu quero saber é se interromper uma partida durante 15 segundos constitui uma violação das leis trabalhistas, porque isso preocupa-me. Somos submetidos a interrupções de jogos durante 15 segundos sob o pretexto de liberdade de expressão. Direitos desse tipo são solicitados com cinco dias de antecedência ", afirmou Tebas, acrescentando:
“O sindicato dos nossos jogadores deveria estender o tapete vermelho para a La Liga sempre que nos vir, porque 70% do que vendemos em direitos audiovisuais vai para os salários deles. Somos nós que mais fazemos para garantir que eles ganhem mais."
A associação patronal já tinha apresentado uma queixa contra os jogadores ao Serviço Interconfederado de Mediação e Arbitragem e agora decidiu levar o caso à justiça. A AFE (Associação Espanhola de Futebolistas) ainda não recebeu essa queixa e, segundo o sindicato, a greve foi "um exercício de liberdade de expressão e um protesto simbólico" que não interrompeu nem a partida nem a competição.
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