A análise de Rui Malheiro ao Real Madrid: reencontro histórico

O adversário do Benfica visto à lupa

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Real Madrid • Foto: EFE

Vencer o Real Madrid, já de si uma tarefa hercúlea, poderá não ser suficiente para o Benfica aceder ao playoff da Champions. O confronto histórico, que não sucede, em competições europeias, desde 17 de março de 1965, depois de ter valido, a 2 de maio de 1962, o bicampeonato europeu consecutivo dos encarnados, numa noite superlativa de Eusébio, capaz de bater o seu ídolo Di Stefano e o major galopante Puskás, marcará o reencontro de José Mourinho com Álvaro Arbeloa, antigo lateral-direito que o treinador português utilizou, entre 2010 e 2013, em 122 jogos oficiais, representativos de 9.967 minutos, pelos merengues. A viver mais uma época turbulenta, o que conduziu ao despedimento de Xabi Alonso, a 12 de janeiro, após perder a final da Supertaça espanhola (2x3) ante o arquirrival Barcelona, Arbeloa, após um excelente trabalho na base do Real Madrid, o que lhe permitiu arcar o cargo de treinador da equipa secundária, no arranque deste exercício, no terceiro escalão do ludopédio espanhol, assumiu a sucessão por tempo indeterminado. Mesmo que pareça quase impossível que continue em funções no próximo exercício. No entanto, com mérito de Xabi Alonso, os brancos seguem no 2.º lugar de La Liga, a apenas 1 ponto do líder Barcelona, e no 3.º lugar da fase de campeonato da Champions, podendo bastar-lhe um empate na Luz para rumar diretamente para os oitavos da competição.

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