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R: Ter jogado no Reus em 2014/15 facilitou este passo de ir para Espanha, um país estrangeiro mas que já conhece?
RS – Sim. Domino a língua e conheço o país. Dessa forma posso adaptar-me mais facilmente.
R: Tem uma filha de 4 anos, a Estela. A família pesou na decisão e vai acompanhá-lo em Espanha?
RS – Não só no meu caso, a família pesa sempre na decisão de qualquer jogador. Eu não fui exceção. O meu objetivo é que eles possam ir comigo, para que possamos estar sempre juntos.
R: Sente-se preparado para dar este salto?
RS – Sinto-me preparado e motivado. Quero que comece logo para poder mostrar o meu valor.
R: Revê-se no exemplo de David Luiz, um jogador que teve dificuldades para se afirmar mas acabou por chegar ao topo dos topos?
RS – Não, não me revejo. Olho para ele mais como um ídolo. Gostava de chegar ao patamar dele. Mas não me revejo nele. Cada jogador tem a sua história e eu vou construindo a minha.
R: É o central que mais admira na atualidade?
RS – Sim, atualmente sim, é o central de quem eu mais gosto.
Por Vítor Almeida Gonçalves