Juan Cala, jogador do Cádiz, garantiu esta terça-feira que não insultou Mouctar Diakhaby no jogo de domingo com o Valencia. O jogador francês diz que Cala o apelidou de "negro de merda", palavras que o central rejeitou liminarmente hoje, em conferência de imprensa.
"Não sei se inventou, se interpretou mal, não sei", começou por dizer Cala. "Convivi com chineses, sul-africanos, estive na Guiné com o Kanouté e o Benjamín. O que está a acontecer é um espectáculo, estou em estado de choque. Estamos a jogar futebol sem público, há 20 ou 25 câmaras, microfones, jogadores árbitros... e ninguém ouve nada."
Cala diz que tudo isto não passa de "um circo". "Não há racismo no futebol espanhol, não tenho problemas em sentar-me como ele. O que se formou foi um circo. Quando o jogo acabou eu disse ao presidente que queria falar, mas ele disse-me que eu já tinha sido julgado. Às 8 da manhã disse-lhe outra vez que queria falar. Falei quando o Cádiz autorizou."
O jogador diz que está a ser vítima de um linchamento. "Parece que estamos no oeste, não sei o que aconteceu com a presunção de inocência. Ninguém merece este linchamento público. Têm aqui o meu telemóvel para pelo menos pedirem desculpa", frisou, acrescentando que tem recebido ameaças através das redes sociais.
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