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Foi a seguir o rasto de uma boneca insuflável que a polícia de Madrid deteve quatro homens, acusados de um delito de ódio e outro contra a integridade moral, no âmbito dos casos de racismo contra Vinícius Júnior. Acabaram por ser libertados com a indicação que não podem aproximar-se do jogador nem entrar em nenhum campo da LaLiga.
A 26 de janeiro, antes do dérbi dos quartos de final da Taça do Rei, que colocou frente a frente o Real Madrid e o Atlético Madrid, foi colocado um boneco, com a camisola do brasileiro, pendurado pelo pescoço numa ponte perto do centro de treinos do Real Madrid e uma enorme tarja onde se lia: 'Madrid odeia o Real'.
Um programa em Espanha, da 'Onda Cero', explica como as autoridades apanharam os quatro homens, seguindo a pista da boneca insuflável na chamada 'Operação Sandra'. "O boneco que colocaram na ponte para parecer o Vinícius era uma boneca insuflável, um fetiche erótico. Os investigadores recuperaram-na, bem como a tarja onde se lia 'Madrid odeia o Real', um dos lemas usados pela Frente Atlético (ultras do Atlético Madrid). A Frente Atlético publicou um comunicado a negar ter qualquer relação com este ato racista", explicou Luis Rendueles, citado pelo jornal 'Marca', um dos participantes no programa.
A polícia procurou impressões digitais na boneca, encontrou 10 mas apenas três delas eram completas. Só que não conseguiu averiguar a quem pertenciam.
"O mundo das bonecas insufláveis é complicado porque vendem-nas em segunda mão, há pessoas que usam a mesma boneca. Por isso as impressões digitais não levaram a lado nenhum. Então tentam seguir o rasto da própria boneca", explica Manu Marlasca, no programa 'Julia en la Onda'.
Rendueles acrescenta: "O mercado das bonecas insufláveis é muito própero. Pensou-se inicialmente que a boneca era um modelo chamado 'Sandra', que se vence por 24 euros e tem três orifícios. Está à venda em 58 sites online e em dezenas de lojas em Madrid. A polícia rastreou todas as lojas."
Mas depois, nas redes sociais, a polícia encontrou um membro da Frente Atlético que partilhou uma foto da boneca negra com uma camisola do Real Madrid diante de um muro. O muro foi localizado, foram pedidas as localizações do telemóvel do indivíduo e assim se percebeu que ele esteve na ponte de Valdebebas (onde foi colocada a boneca com a camisola de Vinícius), juntamente com outros membros da claque. As amostras de ADN retiradas da boneca foram suficientes para identificar um dos homens e chegar aos restantes.
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