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Enrique Ortuño, o avô materno das três crianças que morreram no naufrágio na Indonésia que também vitimou Fernando Martín, que orientava o Valencia B feminino, falou sobre a tragédia. Em declarações à Cadena COPE, de Espanha, Ortuño lamentou que não haja outra solução que não rezar para que os corpos sejam encontrados.
"Se os meus netos não aparecerem dentro de dois ou três dias, vão deixar de procurar. Penso que isto aconteceu devido ao mau uso e à manutenção [fraca] dos barcos utilizados. Sabemos que será muito difícil, mas, como somos católicos, não nos resta outra solução [que não rezar]", lamentou Enrique Ortuño, que agradeceu o esforço dos responsáveis pela investigação do caso: "Tanto a embaixada em Jacarta como o Consulado portaram-se de maneira genial".
Esta operação, refira-se, será encerrada no final do ano. De acordo com as informações veiculadas pela imprensa espanhola, na embarcação que naufragou na sexta-feira seguiam 11 pessoas, sendo que sete foram resgatadas com vida. O barco sofreu uma avaria e virou devido à forte ondulação.
Ontem, em declarações à EFE, Enrique Ortuño também havia explicado o ocorrido com maior detalhe: "A minha filha e uma das minhas netas foram lançadas ao mar, porque estavam numa zona mais alta. Caíram na água e foram resgatadas, mas os meus outros três netos e o meu genro provavelmente estão presos dentro do barco, que se partiu e afundou rapidamente", relatou.
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