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Anil Murthy, antigo presidente do Valencia que abandonou o clube após ter ameaçado numa série de áudios divulgados pelo jornal 'Superdeporte' o médio Carlos Soler, assumiu, em entrevista ao 'Channel Asia', que a sua vida, que já era "irrespirável" antes da polémica, só piorou.
"As pessoas insultam-me de todas as maneiras na rua, quando estão dentro dos carros... quando estou a andar na rua, gritam. Nos restaurantes, aproximam-se e dizem: 'Vai para casa, o que estás aqui a fazer?'. É um assédio moral diário, um pesadelo. E este ano piorou exponencialmente, não podia viver assim. Uma vida em que só sentes ansiedade não é uma vida agradável de viver", começou por dizer.
E prosseguiu: "Tantos anos nisto foram o suficiente. Não podemos sair para comer em lado nenhum. Mesmo se for num restaurante de renome, as pessoas insultam".
Murthy considerou que os áudios, "retirados de contexto", foram uma "sabotagem". "Foi uma violação total de todos os padrões éticos, o trabalho de um 'hacker'. Muitas dessas gravações foram reorganizadas, algumas palavras foram retiradas de um lugar e colocadas noutro. Algumas delas são precisas, mas não estão completas, estão fora de contexto. Eu diria que é sabotagem, nada de muito incomum em Espanha", terminou.
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