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O adiamento do Sporting-Tondela tem dado muito que falar em Portugal, mas em França também há quem não esteja a gostar de ver os seus jogos adiados devido às competições europeias.
Falamos do Lens, segundo classificado da Ligue 1, que não quer que o seu encontro com o PSG, agendado para o dia 11 de abril, seja disputado noutra data - os parisienses jogam os quartos de final da Liga dos Campeões com o Liverpool a 8 e 14 de abril.
O clube emitiu um comunicado, no qual explicou que não pretende ficar duas semanas sem competir para depois ter um calendário sobrecarregado, considerando ainda que o campeonato francês está a ser relegado para segundo plano.
Leia o comunicado do Lens na íntegra:
"No dia 6 de março, a calendarização do encontro entre o Racing Club de Lens e o Paris Saint-Germain foi definida, oficializando um quadro ao qual todos foram, então, convidados a conformar-se.
Num espírito de responsabilidade e de ponderação, o Racing Club de Lens manifestou ao Paris Saint-Germain, logo desde os primeiros contactos, a sua intenção de não ver esta data alterada. Fiel a uma certa ideia de estabilidade desportiva, o clube tinha também optado por se abster de qualquer comunicação pública sobre este assunto. No entanto, a recente multiplicação de declarações, intervenções e sugestões diversas leva-nos hoje a quebrar o silêncio.
Efetivamente, parece-nos que tende a instalar-se um sentimento preocupante: o de um campeonato francês progressivamente relegado para o plano de variável de ajuste, ao sabor dos imperativos europeus de alguns. Uma conceção singular de equidade desportiva, à qual dificilmente se encontra equivalente noutras grandes competições continentais.
Alterar hoje a data deste encontro significaria, para o Racing Club de Lens, ser privado de competição durante 15 dias para depois encadear jogos de três em três dias — um ritmo que não corresponde ao definido no início do campeonato, nem aos meios de um clube que pudesse absorver, sem consequências, este tipo de novos condicionalismos.
Ficaria, portanto, entendido que o décimo orçamento do campeonato deveria adaptar-se às exigências dos mais poderosos, em nome de interesses que, manifestamente, ultrapassariam agora o âmbito doméstico, o qual já foi aligeirado nas últimas épocas (Ligue 1 a 18 clubes, fim da Taça da Liga).
Além deste caso particular, a questão colocada é mais essencial: a do respeito devido à própria competição. Pois é lícito questionarmo-nos quando, no seu próprio solo, o campeonato parece por vezes ser relegado para trás de outras ambições, por muito legítimas que estas sejam.
O Racing Club de Lens permanece fiel à equidade, à clareza das regras e ao respeito por todos os intervenientes. Princípios simples, para um futebol francês leal e respeitado".
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