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Thierry Henry abordou a importância da saúde mental no futebol. Em entrevista ao 'L'Équipe', o ex-internacional francês explicou que o momento de forma menos bom de Messi e Neymar pode significar um "pedido de ajuda", garantindo que ele próprio já passou por algo semelhante.
"Nas últimas entrevistas, Neymar falou muitas vezes sobre o seu bem-estar, sobre a pressão. Ele fala, mas será que o podemos ouvir? Ele pede ajuda, há coisas na sua cabeça", começou por explicar.
E prosseguiu, dando também o exemplo de Messi: "Quando Messi chorou ao deixar o Barcelona, não era algo que estava combinado. Foi um choque emocional. As pessoas dizem: 'Tudo bem, mas ele tem tudo o que precisa em Paris'. Não funciona assim".
O antigo avançado considerou mesmo a saúde mental um "tema tabu". "Não sei como as pessoas reagiriam se um jogador falasse como Biles ou Osaka já fizeram no final de um jogo. Na minha altura, era totalmente tabu. Chegávamos ao balneário e dizíamos que estávamos bem, que tínhamos dormido bem e que não tínhamos dores", frisou, lembrando a lesão que teve nos primeiros anos de carreira pela sobrecarga de jogos.
"Em 1996 joguei o Europeu sub-18. Em 1997, o Mundial sub-20 e depois o Mundial'1998 pela seleção principal. Tudo entre os 17 e os 20 anos. Resultado: uma hérnia discal. Mandaram-me de volta para os sub-21 porque supostamente eu não me esforçava. Chorar era impossível, não podia mostrar fraqueza".
De resto, Henry fez ainda referência à situação de Sergio Ramos. "Vale a pena lembrar que joga todos os jogos há quase 17 anos. É normal que em algum momento o corpo dele o alerte".
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