O nome de Dro Fernandéz tem estado em destaque na imprensa espanhola nos últimos dias por ter deixado o Barcelona para rumar ao PSG. Esta terça-feira, o jornal 'Marca' conta uma histórica dramática que envolve a família do jovem extremo de 18 anos.
No dia 31 de janeiro de 1992, em Nigrán, dois polícias assassinaram quatro pessoas, entre elas os avós e uma tia de Dro Fernandéz. O pai conseguiu escapara ileso ao massacre. Os polícias acabaram por ser detidos dois anos depois, em fevereiro de 1994, e libertados em novembro de 2013.
David Fernandéz, avô de Dro, era empresário e vice-presidente do Celta de Vigo. Os dois polícias queriam roubar dinheiro a David e à mulher Pilar Sanromán, avó de Dro. Marta Fernández, empregada do casal, era a tia do jogador.
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