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O mundo do futebol está em suspenso esta terça-feira pelo destino de Emiliano Sala. O jogador de 28 anos tinha acabado de assinar pelo Cardiff e fazia a viagem de França - onde jogava no Nantes - para Gales num pequeno avião, que desapareceu dos radares na noite desta segunda-feira.
Teme-se o pior desfecho para a história de um jogador argentino que começou a sua carreira no modesto F.C. Crato, equipa dos distritais de Portalegre, na época 2009/10, como recorda Paula Trapola ao Correio da Manhã, que na altura era dirigente do clube. "Ele era muito jovem quando chegou. Tinha 18 anos. Na altura tínhamos outro argentino na equipa, o Mauricio Vaschestto [que hoje joga na Argentina, depois de várias épocas no Crato e no Oriental] e foi ele que nos falou do Emiliano. O Sala estava em Granada, em Espanha, mas não tinha oportunidade de jogar. Sabíamos que, para um argentino, o sonho de jogar na Europa é muito forte e entrámos em contacto com ele. O Emiliano aceitou vir e foi um motorista da Câmara buscá-lo a Espanha".
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