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Verdadeiramente avassalador no mercado de transferências, o Liverpool de Jürgen Klopp entusiasma os adeptos reds quanto à conquista de um título que foge ao clube desde 1990. O investimento em Alisson (62,5 milhões de euros), Naby Keita (59,3), Fabinho (45) e Shaqiri (15) foi avultado, mas o técnico alemão fez questão de colocar água na fervura.
"Não acredito que haja grande diferença na pressão. Agora, as pessoas podem acreditar um pouco mais, mas isso não muda a situação", esclareceu Klopp, que rejeitou as palavras de José Mourinho sobre a exigência de triunfo dos reds esta temporada na Premier League. "O nosso trabalho é melhorar a equipa a cada ano e o nosso futebol. Se fizermos isso, teremos melhores chances de vencer", garantiu o germânico.
Alisson tornou-se o guarda-redes mais caro do futebol mundial mas foi um ‘mal’ necessário, segundo o líder germânico. "Todos pensam ser muito dinheiro. Sim, é. Mas podíamos ter batido a cláusula de 100 M€ de Oblak, no At. Madrid. Este foi um ano em que houve problemas na nossa baliza", frisou Klopp, que reconheceu a fantástica concorrência que vai enfrentar na Premier League. "O Man City é extraordinariamente forte. Man. United, Tottenham, Arsenal, Chelsea... até o Wolverhampton pode ser uma séria ameaça. O plano é vencê-los a todos e, se isso não acontecer, trabalhar para vencer o próximo jogo", lembrou. "Sei que as pessoas querem ouvir que podemos conquistar isto ou aquilo mas não temos qualquer pista se vencemos o que quer que seja. Mas iremos com tudo o que temos", prometeu Klopp. Depois da ‘picardia’, os rivais encontram-se hoje na International Champions Cup para tirar algumas dúvidas.
Por Francisco LaranjeiraCitizens estão obrigados a vencer para alimentarem o sonho da conquista do título
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