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No Gondomar, Jota mostrou que não era só mais um. "Ele tinha 11 anos quando o conheci e treinei-o depois nos sub-17 e sub-19. Foi sempre muito maduro e desequilibrava com facilidade. Se um jogo estivesse complicado ele ligava o ‘descomplicómetro’ e fazia a diferença. O Paços de Ferreira entrou em cena mas sempre achei estranho o facto de ele nunca ter chamado a atenção dos grandes", conta Rúben Carvalho, que hoje acumula o cargo de treinador do Gondomar B com o de responsável pela formação. Mas os grandes não andavam desatentos.
"O Diogo fez captações no Benfica e no FC Porto. Fui com ele ao Seixal e não ficou. Depois esteve no FC Porto mas também não o quiseram. Até foi bom porque hoje em dia poderia ser apenas mais um e assim mostrou que não é preciso passar por um grande para ter sucesso", atesta Joaquim, orgulhoso pelo percurso do filho no Liverpool, onde já roubou o lugar a Firmino num dos melhores trios atacantes do futebol mundial, que conta ainda com Salah e Mané.
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