Dwight Yorke, antigo avançado do Manchester United, analisou a temporada menos conseguida dos red devils e confessou que até já precisou de deixar de ver os jogos para assistir apenas... aos melhores momentos.
"Esperávamos muito de Erik ten Hag. Começou muito bem, chegou a duas finais, venceu uma e trouxe de volta o futebol de Liga dos Campeões. Começámos a pensar: 'Temos alguém que vai levar o clube para a frente'. Na verdade, foi em sentido contrário", começou por dizer o ex-jogador, agora com 52 anos, ao 'Daily Mail'.
E prosseguiu: "Gastou dinheiro e trouxe os seus jogadores, mas a inconsistência, a eliminação da Europa... Deve ser devastador. Quando olhamos para um grupo com Galatasaray e Copenhaga... São adversários que o Man. United devia superar numa só mão".
Yorke, natural de Trinidad e Tobago, frisou ainda que não tem sido fácil ser adepto dos red devils. "Num clube como o Manchester United, o escrutínio é insuportável. E eles têm de superar isso, é o mais importante. Ver os jogos tem sido um sofrimento. Não há outra maneira de o dizer. Não vou mentir, já deixei de ver jogos. Recusei-me a fazê-lo durante algum tempo e tentei ver apenas os melhores momentos ao invés de ficar sentado durante 90 minutos. Pior ainda é que o [Manchester] City está a arrasar com tudo", rematou, lamentando a superioridade do rival ao longo dos últimos tempos.
Refira-se que o Manchester United, já eliminado das competições europeias esta temporada, ocupa o 8.º lugar da Premier League à 18.ª jornada com 28 pontos, menos 12 do que o líder Arsenal (40).
Por Record