Vítor Pereira concedeu uma entrevista intimista ao ‘The Guardian’ na qual passou em revista momentos importantes da sua vida.
“Se não fosse treinador seria arquiteto ou pintor, pois gosto de criar. Quando vou para um clube é como se pegasse num bebé, começasse uma pintura”, contou o treinador do Wolves, explicando a razão de conviver com os fãs nos bares após as vitórias. “Preciso de estar com as pessoas, ver sorrisos. Gosto de cerveja mas não vou a um bar por causa dela. Vou para estar com as pessoas, para sentir que estou a fazê-las felizes”, frisou o luso, confessando que a família pagou um preço elevado por causa da sua profissão.
“A minha mulher tem sido o pai e a mãe nos últimos 15 anos. Não vi nada, não estive presente nos aniversários, formaturas. Não quero isto para os meus filhos. Nós, treinadores, estamos sempre sozinhos, sofremos muito. Estamos sempre numa pré-depressão”, referiu Vítor Pereira, que irá tentar surpreender hoje o Man. City, na ronda 35, sendo um dos nomeados para Melhor Treinador de abril da Premier.
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